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Estratégias corporativas: Como elaborar?

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No mundo inteiro, existem empresários e gestores de empresas tentando se destacar de sua concorrência, como modo de liderar o mercado e aumentar o faturamento. Mas poucos sabem que, para isso, as estratégias corporativas são fundamentais.

De fato, já nem podemos falar em grandes marcas que se preocupam apenas com si mesmas e com a lucratividade da empresa. Na verdade, a concorrência e até a competitividade geral cresceram tanto que é preciso ter valores muito mais amplos.

Por exemplo, nas estratégias de uma empresa especializada em divisórias podem entrar, muito facilmente, nada menos que valores abstratos como os de missão, visão e valores, também chamados de cultura corporativa ou organizacional.

Ou seja, não se trata apenas de listar um monte de estratégias comerciais para aumentar as vendas, ou de gatilhos mentais e emocionais para conquistar mais clientes. Tudo isso é importante e pode funcionar muito bem, mas é preciso ir além disso.

O motivo desse esforço redobrado está justamente no fato de que o mercado mudou demais nas últimas décadas. Graças à internet, não apenas a concorrência cresceu muito, mas também as expectativas e exigências por parte dos clientes.

Isso se manifesta de várias maneiras, como quando ouvimos falar sobre banners personalizados. Pode passar batido para alguns, mas a opção de personalizar ou customizar determinada solução é um traço característico das novas gerações.

Como essas gerações e pessoas já nasceram com um acesso bem maior à informática, à internet e à tecnologia de modo geral, seu perfil de compra e relação com as marcas também mudou bastante, dando mais poder ao consumidor.

O que, obviamente, passa a exigir muito mais da empresa. Daí a importância de falar sobre as melhores estratégias corporativas da atualidade e como exatamente elaborá-las, conforme fazemos neste texto, com exemplos práticos e facilitadores.

Um ponto bacana é justamente o fato de que hoje tais aplicações evoluíram tanto, que já podem ajudar pessoas e empresas de todos os segmentos, desde uma indústria multinacional até um serviço como o de uma casa de repouso em santo andré.

Dito deste modo, se o seu interesse é entender urgentemente como exatamente algumas estratégias e estudos de mercado podem revolucionar a história da sua empresa, fortalecendo a marca e aumentando as vendas, basta seguir até o fim da leitura.

O que são essas estratégias?

Até aqui, já deu para entender que a estratégia corporativa é uma das poucas coisas que podem fazer uma empresa ou marca crescer de modo sólido, sustentável e seguro.

Contudo, ainda é preciso dar uma definição técnica dos termos, antes de sair diretamente para a prática e correr o risco de não conseguir o embasamento teórico suficiente para que ela funcione, o que tem se mostrado um problema de muitas empresas.

No mundo dos negócios, tudo começa com um estudo ou definição técnica que domine os conceitos com a maior clareza possível. Neste sentido, a própria estratégia corporativa nada mais é do que um estudo ou documento empresarial.

Deste modo, se um laboratório que faz exame de sangue admissional deseja se diferenciar da sua concorrência, o primeiro passo não é sair investindo em estratégias comerciais, mas sim, em uma compreensão conceitual e teórica do seu negócio.

É nesse esforço que uma marca consegue traçar pontos fundamentais, tais como:

  • O perfil do público-alvo;
  • Os cenários de futuro possível;
  • O papel da concorrência;
  • A cultura corporativa ou organizacional;
  • As estratégias de marketing;
  • O orçamento disponível;
  • O papel de cada equipe da empresa;
  • A função dos líderes e gestores;
  • Os pontos fortes e fracos da marca.

Enfim, é graças a um levantamento desses que um negócio atinge a sua maturidade, de modo que ele para de falar apenas de pontos pragmáticos e imediatistas, para ganhar essa espécie de “sabedoria de mercado”.

Dando os primeiros passos

Um elemento muito interessante e indispensável quando se trata deste assunto é o fato de que não se pode falar de uma única estratégia ou conjunto de estratégias, mas de alguns princípios que podem ganhar diversas formas práticas.

Por exemplo, estudar a concorrência é algo que até pouco tempo atrás apenas as grandes marcas do mundo conseguiam fazer. Era preciso contratar instituições ou contar com dados complexos emitidos por censos como os do IBGE.

Hoje essa estratégia se chama benchmarking, sendo que basta fazer uma bateria de ações pelas redes sociais ou mesmo pelo blog de uma empresa, que ela pode funcionar atrelada ao seu site institucional, sem pagar nada por isso.

Outro exemplo é a questão de compreender melhor os pontos fortes e fracos de uma organização. Não se trata apenas de se deixar levar por impressões, opiniões ou pelo famoso “achômetro”.

Se o negócio está na área de tenda cristal e quer elaborar suas estratégias corporativas, basta aplicar a famosa matriz SWOT, que consiste nos seguintes pilares, conforme sua própria sigla:

  • Strengths (Forças);
  • Weaknesses (Fraquezas);
  • Opportunities (Oportunidades);
  • Threats (Ameaças).

Lembrando que um dos maiores problemas de uma marca é quando seus donos têm um ponto cego, de modo que pensam ter virtudes que não têm, ao mesmo tempo em que deixam de observar o que de fato é diferenciado e vantajoso.

Por isso mesmo é que não podemos falar em uma única estratégia, ou em um conjunto de estratégias específicas. Neste caso, as táticas corporativas nada mais são que um esforço sistemático que busca padronizar alguns processos.

Para dar os primeiros passos, você precisa ter claro se o objetivo é crescer, diferenciar a marca, aumentar a carteira de clientes, fazer uma reestruturação completa. Ou então, apenas fazer uma manutenção do momento vivido pela empresa.

Adiante vamos explorar detalhadamente essas frentes, mas é fundamental ter em vista que há um aspecto bastante democrático sobre o que e como fazer com este esforço. Ao mesmo tempo, é preciso ter clareza na hora de elaborar sua própria estratégia.

Como e por que crescer?

Claro que todo empresário tem o desejo natural de crescer, já que ninguém abre uma empresa pensando em fechá-la dali a pouco tempo, ou pensando em ter um número fixo e limitado de clientes.

Por isso mesmo, crescer geralmente é sinônimo de aumentar a carteira de clientes. Mas, para elaborar sua estratégia, será necessário desenhar detalhadamente as frentes em questão.

Assim, uma escola particular que atua na fase de ensino fundamental 1 grau precisa primeiro compreender o perfil do seu público e da sua concorrência, por meio do benchmarking que explicamos acima.

O próximo passo é ter um diferencial, o que depende inteiramente do marketing. É necessário fazer reuniões em torno da matriz SWOT (já referida acima), até que haja um ponto forte principal para explorar, e um ponto fraco para combater.

Em termos de marketing, o mais importante é saber conciliar a esfera offline e a online. Há muitos exageros nesse universo atualmente, como o de investir todo o orçamento apenas em uma dessas frentes, quando as duas é que importam.

A reestruturação completa

Uma tendência grande e positiva tem sido a de falar de crescimento e estratégia corporativa com base na reestruturação completa do negócio em questão.

Um modo claro de compreender do que se trata é o exemplo do próprio marketing, que pode passar por um redesign. Neste caso, a empresa renova seu logotipo, sua paleta de cores, seu slogan e os demais elementos, oxigenando todo o processo.

Um segredo para operar essa estratégia corporativa é pensar no investimento. Se falamos de um escritório especializado em sindicância profissional, ele pode contar com um novo nome no quadro societário, ou mesmo um empréstimo para crescimento.

A regra de ouro é sempre dialogar muito com quem vai investir na empresa, seja o banco ou um novo sócio, para que todos os termos fiquem claros.

O fato é que esse tipo de injeção ou aporte financeiro é um dos melhores investimentos que um negócio pode fazer, tornando sua estratégia corporativa bem diferenciada.

Crescimento e manutenção

Por fim, é muito comum as pessoas se esquecerem de que manter uma curva de crescimento também é crescer, sem necessariamente precisar dobrá-la ou triplicá-la.

Ou seja, se uma agência que lida com projeto de hotelaria cresce 10% ao ano, conseguindo trazer um ou dois clientes a mais a cada novo período, ela já está em crescimento.

Manter essa curva é garantir a sustentabilidade do negócio, de modo que fazer a manutenção da sua estratégia corporativa pode ser tão importante quanto desenhar estratégias agressivas de crescimento exponencial.

Portanto, isso também entra na questão dos pontos fracos e fortes. É preciso ter muita lucidez na hora de desenhar planos e projetar futuros, sem cair em precipitação ou vaidade.

Considerações finais

Com isso chegamos ao fim, deixando claro que as estratégias corporativas de uma empresa podem apontar para crescimento natural, agressivo ou a simples manutenção.

O importante é que os donos e sócios tenham uma visão de conjunto pautada na realidade, como por meio das dicas e informações detalhadas acima. Agora, é só colocá-las em prática e focar no crescimento de curto, médio e longo prazo.


Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.